Amar-e-viver - Ao sabor da poesia

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Ao sabor da poesia







A mulher é perfeita como as flores

Desde pequena aprende amar e ser amada

Ser maravilhosa com um sorriso

Mesmo com o coração triste

Quando ela está feliz

Conhece o caminho da felicidade

A mulher perfeita é como uma rosa a desfolhar

Sabe despedaçar um coração

Com um simples olhar

Sempre tira os espinhos antes de olhar

A mulher é perfeita ou imperfeita

Não pela aparência pela inteligência

De ter vários outros sentidos

De saber à hora exata de mostrar carinho

De ter conhecimento que não é Deus

Que está aqui para louvá-lo e dizer

Eu sou uma criatura de sua criação

Perfeita para alguns, imperfeita para outros

Mas continua sempre sendo Mulher

Mulher que ama

Que padece

Que alegra

Que emudece

Que chora

Que sorri

Ser simplesmente Mulher é ser

Mocinha sem rugas na pele

Madura com sinais de formatura

Formada pela Universidade da vida

Carregando no bolso da alma

Um pouquinho de orvalho

Para regar o coração de quem ama

Dentro de si tem um céu estrelado

E vai pela vida distribuindo os pedaços

Como algodão doce vai se espalhando

Formando um tapete de generosidade

Esta é a mulher que todas sonham ser

Mas o que escrevi não é sonho

É na verdade a mulher em si na sua essência

Hoje brindo com todas vocês






Fonte: http://sabordapoesia.blogspot.com/2008/03/mulher-flor-dia-internacional-da-mulher.html

Ah! Esta paixão - 14Jan2008

Ah! Esta paixão que me consome

Peço que nos teus braços me tome

Enleando-me num abraço apertado

Sentindo meu coração apaixonado



Esperando por um carinho teu

Que o tempo a muito teceu

Ah! Esta paixão que me consome

Fazendo meu corpo sentir fome



Deste teu corpo que é só meu

Que um dia quase morreu

Enfebrecido por tanto ardor

Deste imenso e puro amor

Ah! Esta paixão que me consome



Fonte: http://sabordapoesia.blogspot.com/2008/01/ah-esta-paixo.html


Acordei com suas mãos mornas

Alisando docemente o meu corpo

Não resisti me virei para ti

Você não recuou, continuou

Fui sentindo um arrepio colossal

Deixei-me levar pelos espasmos

Que provocavam um estremecimento

Em todo meu corpo

Teus lábios foram desvirginando-o

Quanto mais me beijava

Mais meu corpo flutuava

Não resisti me entreguei a ti

Deliciei-me com o teu prazer

Que dividia com o meu

Depois de um tempo...

Corpos suados... Exaustos

Mas completamente extasiados

O cheiro de amor impregnado no ar

E nós entrelaçados adormecemos

Depois do ato de amor consumado




Fonte: http://sabordapoesia.blogspot.com/2008/01/cheiro-de-amor-no-ar.html