A mulher é perfeita como as flores Desde pequena aprende amar e ser amada Ser maravilhosa com um sorriso Mesmo com o coração triste Quando ela está feliz Conhece o caminho da felicidade A mulher perfeita é como uma rosa a desfolhar Sabe despedaçar um coração Com um simples olhar Sempre tira os espinhos antes de olhar A mulher é perfeita ou imperfeita Não pela aparência pela inteligência De ter vários outros sentidos De saber à hora exata de mostrar carinho De ter conhecimento que não é Deus Que está aqui para louvá-lo e dizer Eu sou uma criatura de sua criação Perfeita para alguns, imperfeita para outros Mas continua sempre sendo Mulher Mulher que ama Que padece Que alegra Que emudece Que chora Que sorri Ser simplesmente Mulher é ser Mocinha sem rugas na pele Madura com sinais de formatura Formada pela Universidade da vida Carregando no bolso da alma Um pouquinho de orvalho Para regar o coração de quem ama Dentro de si tem um céu estrelado E vai pela vida distribuindo os pedaços Como algodão doce vai se espalhando Formando um tapete de generosidade Esta é a mulher que todas sonham ser Mas o que escrevi não é sonho É na verdade a mulher em si na sua essência Hoje brindo com todas vocês
Ah! Esta paixão que me consome Peço que nos teus braços me tome Enleando-me num abraço apertado Sentindo meu coração apaixonado Esperando por um carinho teu Que o tempo a muito teceu Ah! Esta paixão que me consome Fazendo meu corpo sentir fome Deste teu corpo que é só meu Que um dia quase morreu Enfebrecido por tanto ardor Deste imenso e puro amor Ah! Esta paixão que me consome
Acordei com suas mãos mornas Alisando docemente o meu corpo Não resisti me virei para ti Você não recuou, continuou Fui sentindo um arrepio colossal Deixei-me levar pelos espasmos Que provocavam um estremecimento Em todo meu corpo Teus lábios foram desvirginando-o Quanto mais me beijava Mais meu corpo flutuava Não resisti me entreguei a ti Deliciei-me com o teu prazer Que dividia com o meu Depois de um tempo... Corpos suados... Exaustos Mas completamente extasiados O cheiro de amor impregnado no ar E nós entrelaçados adormecemos Depois do ato de amor consumado